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quinta-feira, 30 de agosto de 2012

Laicato promoveu Simpósio para celebrar o Jubileu de Prata do CNLB-SUL 1


Leigos e leigas em missa presidida por Dom Odilo,
que marca as atividades do Ano Jubilar

Os leigos e leigas do Estado de São Paulo, participaram nos dias 25 e 26 de agosto, na Casa de Apostolado Salvatoriano, em São Paulo, de um Simpósio e celebração pelo Jubileu de Prata do Conselho Nacional do Laicato do Brasil – Regional Sul 1.

Com o tema “O Concílio Vaticano II e o Laicato”, o Simpósio teve como assessores para o tema “O significado eclesial do Vaticano II”, a profª Lúcia Pedrosa e o padre Antonio José de Almeida. Para o “Diálogo com o Mundo” os professores Carlos Francisco Signorelli e João Décio Passos. Para a “América Latina e a Teologia da Libertação” o padre Benedito Ferraro e Fernando Altemeyer e finalizando as mesas  temáticas;  “Vocação e Corresponsabilidade”  teve a exposição dos professores Francisco Catão e Eva Rezende. 

O Simpósio, durante os dois dias possibilitou um mergulho, um beber na fonte do histórico e contemporâneo do tema, passado pelos assessores e enriquecido pelos apartes e colocações oportunas daqueles que vivenciaram estes vinte e cinco anos de caminhada.

Momentos confraternos de lembranças, reminiscências e emoção, como os testemunhos vivos, o filme sobre o Concílio Vaticano II, partilha, oração e de momentos de cultura. Também enriquecedor e ânimos renovados nas palavras de incentivo de Dom Edmilson Amador Caetano, bispo de Barretos/SP e presidente da  Comissão para o Laicato, Vida e Família do Regional Sul 1 da CNBB, e de Dom Milton Kenan Junior, bispo referencial do CNLB-SuL 1.

Encerrando o Simpósio que deu forças e renovou o ânimo para a atividade laical, mais um momento do jeito leigo de ser: em solene celebração eucarística presidida pelo Cardeal Arcebispo de São Paulo, Dom Odilo Pedro Scherer e concelebrada por Dom Milton Kenan Junior e padre Julio Lancelotti, na Casa do Povo de Rua, aconteceu a acolhida e união de leigos e leigas com o Povo de Rua, num momento de mística, emoção e renovação de esperanças, acreditando que uma vida laical cristã é possível.
Acendendo a chama participativa para a caminhada laical, na bênção do envio, ministrada pelos celebrantes, cada representante dos CNLBs das Sub Regiões Pastorais, recebeu uma lanterna com uma vela acesa que permanecerá nas Sub Regiões Pastorais até o mês de novembro.

Neste mês, nos dias 9, 10 e 11, haverá um grande momento celebrativo para o encerramento do Ano Jubilar do CNLB-Sul 1, que será realizado no Centro de Convivência das Irmãs Agostinianas, na cidade de Jundiaí/SP.

A presidência do CNLB-Sul 1 agradece a todas as Comissões envolvidas na realização do Simpósio e deseja que a chama da esperança continue sempre acesa para  a caminhada laical, “Pelo Reino de Deus, no coração do mundo”.

Texto e foto: Reinaldo Oliveira

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Diocese de Amparo realiza Assembleia e define prioridades para o Plano de Pastoral



Aconteceu em Amparo (SP), na Paróquia São Benedito, no dia 19 de Agosto a 2ª Assembleia da Diocese de Amparo. O Encontro é o 4º momento dentro do processo de planejamento participativo que a Diocese está promovendo rumo ao 1º Plano de Pastoral Diocesano.

Estiveram presentes 10 pessoas de cada Paróquia da Diocese, sendo 05 indicadas pelo padre e outras 05 por eleição, desde que fosse entre as pessoas que participaram dos encontros anteriores. Também esteve presente o bispo diocesano, Dom Pedro Carlos Cipolini, os padres da Diocese e os seminaristas e religiosos. Dom Pedro Carlos e Padre Carlos Panassolo, coordenador de pastoral, presidiram os trabalhos, que iniciaram com uma oração realizada pela equipe executiva seguida de uma acolhida do bispo diocesano.

Após a apresentação dos padres e seminaristas, Dom Pedro passou a palavra ao Pe. Carlos que enfatizou a importância do objetivo geral e relembrou a caminhada que a Diocese vem realizando rumo ao 1º Plano de Pastoral. Em seguida os membros foram divididos em grupos para definirem as três prioridades do plano de pastoral. Após o café, houve uma breve oração dirigida pelo Mons. Pedro, vigário geral, e em seguida deu-se a apresentação das 03 prioridades escolhidas que receberam aplausos de aprovação da assembleia.

As três prioridades escolhidas foram: "Família com valores cristãos"; "Formação integral (Bíblica, catequética, Litúrgica, social) em vista da Missão"; "Juventude: para que sejam discípulos e missionários de Jesus".

O próximo passo que a Diocese dará dentro desse planejamento será a 3ª Assembleia Diocesana que ocorrerá em outubro para articulação e planejamento das atividades relativas à cada prioridade. Em fevereiro de 2013 outra Assembleia marcará a apresentação do Plano que será entregue em evento festivo marcado para o dia 21 de abril de 2013. Ainda de outubro desse ano à abril de 2013 a diocese disponibilizará no folheto Deus Conosco a Carta Pastoral de Dom Pedro Carlos, que é um dos item de estudo para o Plano de Pastoral.

Confiram os detalhes e fotos no site da Diocese: www.diocesedeamparo.org.br

segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Fiéis lotam Catedral em missa de despedida do emérito da Diocese de Piracicaba, dom Eduardo Koaik



Os fiéis lotaram a Catedral de Santo Antônio, em Piracicaba, na manha desta segunda-feira, 27 de agosto, para se despedir do bispo emérito da Diocese de Piracicaba, Dom Eduardo Koaik. A missa de exéquias ocorreu às 10h e foi presidida pelo bispo diocesano, Dom Fernando Mason.

Foram concelebrantes o Cardeal e arcebispo emérito de São Paulo, Dom Cláudio Hummes, os arcebispos de Campinas Dom Airton José dos Santos e de Curitiba, Dom Moacyr Vitti, bispos da região eclesiástica de Campinas, além de todo o clero da Diocese de Piracicaba.

Autoridades civis dos municípios que compõem da Diocese de Piracicaba também se fizeram presentes da missa exequial, entre os elas, o prefeito de Santa Bárbara D’Oeste, Mário Heins e de Piracicaba, Barjas Negri.

Em sua homília Dom Fernando agradeceu a Deus pelo trabalho desenvolvido por Dom Eduardo, durante os 22 anos que esteve à frente da diocese e salientou  - “ele era um homem de vigor, que por vezes parecia ser contido, mas que na verdade tinha as palavras certas para serem ditas na hora certa.”

Dom Fernando pediu para que todos nós, Igreja Particular de Piracicaba, sejamos sempre gratos a vida de Dom Eduardo dada de presente a nós. “Vamos guardar em nosso coração sua presença de pastor no meio de nós”.

Ao final da missa solene o corpo de Dom Eduardo Koaik, seguiu em um cortejo pelo corredor central da igreja sob aplausos da multidão e foi  sepultado na  cripta da Catedral de Santo Antônio.



Morte
Dom Eduardo faleceu aos 86 anos, no sábado, 25 de agosto, às 5h, no Hospital Unimed, devido a complicações em decorrência do câncer, enfermidade que lutava há cinco anos. Seu corpo chegou às 12h12, no sábado, na Catedral Santo Antônio, local onde ele foi velado durante dois dias e duas noites.

Dom Eduardo Koaik: O bispo da caridadeDom Eduardo Koaik tomou posse no dia 28 de fevereiro de 1980 como Bispo Coadjutor com direito à sucessão e Administrador Apostólico “Sede Plena”. Com a renúncia de Dom Aníger em 11 de janeiro de 1984, tornou-se o terceiro Bispo Diocesano de Piracicaba.
Dom Eduardo era bispo-auxiliar do Rio de Janeiro quando, no dia 7 de dezembro de 1979, o Papa João Paulo II transferiu-o para Piracicaba, atendendo pedido de Dom Aníger Francisco de Maria Melillo que, com problemas de saúde, solicitou um bispo coadjutor.

Ministério episcopal
Tendo como lema episcopal “Construir na Caridade”, Dom Eduardo foi bispo-auxiliar do Rio de Janeiro por seis anos. Transferido para Piracicaba, administrou a diocese por mais de 22 anos, tendo realizado um profícuo trabalho pastoral e social. Construiu os seminários teológico, filosófico e propedêutico, ordenou 34 padres diocesanos e 33 diáconos permanentes. Criou 17 novas paróquias, cinco quase-paróquias e dois santuários marianos.

Para a formação do laicato, criou a Escola de Teologia para Leigos e a Escola de Catequese, que depois se tornou a Escola para Formação de Agentes. Em maio de 1980 lançou o Boletim Informativo, órgão de comunicação da diocese.

Introduziu na diocese as assembléias diocesanas, tendo presidido a nove assembléias de planejamento e nove9 temáticas. Como dimensão missionária especial da diocese, implantou, a partir de 1981, o projeto Igreja-irmã com a Prelazia de Coxim (hoje diocese). De 11 a 17 de junho de 2001, promoveu o 2º Congresso Eucarístico da diocese.

Desenvolveu as pastorais sociais, tendo criado diversos projetos e organismos. Em 25 de janeiro de 1988, criou a PASCA (Pastoral do Serviço da Caridade), com o objetivo de dar personalidade jurídica e administrar todos os projetos e trabalhos sociais da diocese.

No dia 15 de maio de 2002, a Santa Sé aceitou sua renúncia (por ter completado 75 anos), tornando-se bispo emérito, mas continuou governando a diocese como Administrador Apostólico até a posse de seu sucessor, Dom Moacyr José Vitti, em 5 de julho do mesmo ano.

Terminado seu ministério à frente da diocese, continua residindo em Piracicaba, prestando sua valiosa colaboração. Como bispo emérito, ordenou mais três sacerdotes diocesanos. Continuou a residir no bairro São Dimas e atuava como vigário na Paróquia Santa Cruz e São Dimas.

Texto e foto: Rosiley Lourenço
Assessoria de Comunicação
Diocese  de Piracicaba
(19) 2106-7556/9782-2221

Encontro Missionário Estadual


Comire do Regional Sul 1:  "A Dimensão à Luz do 3º Congresso Missionário Nacional:
Compromissos e Encaminhamentos"


A diocese de Jundiaí assumiu a tarefa de "ser a casa missionária" para a realização do 32.o Encontro Missionário do COMIRE do Regional Su1, que decorreu de 24 a 26 de agosto de 2012, na Casa de Oração e Convivência Servo de Javé.

A abertura foi caracterizada pela riqueza de símbolos. Dos símbolos apresentados na sala por uma equipe, o primeiro foi um par de sandálias, símbolo missionário dos que caminham sem medir distância até chegar ao mais distante. O segundo, que se referia ao 3º Congresso Missionário realizado em Palmas, foi uma sacola de viajante, apontando para o rosto de sobriedade da vida missionária.

Depois entrou o globo terrestre apontando para a missão sem fronteiras atravessando mares e cruzando céus. Seguiu-se a cruz, simbolizando a prova do amor pela qual passa quem segue o Senhor. A Bíblia entrou como o tesouro que o enviado carrega consigo e do qual brota a luz que ilumina o mundo. O terço missionário veio simbolizar a oração do povo simples que vive cheio de confiança em Maria. Finalmente acolhemos a imagem de nossa Senhora Aparecida, a primeira missionária de Cristo e que peregrinou na diocese acolhedora do evento nos meses de preparação para este encontro de convergência e de comunhão missionária.

Estavam presentes 28 dioceses com 150 delegados, dos quais 15 já tinham participado no 3.º Congresso em Palmas. Dom Vicente Costa, bispo de Jundiaí, acolheu todos os delegados com muita alegria e fazendo referência ao 3º Congresso Nacional disse: "aqui vamos dar continuidade ao Congresso realizado em Palmas; o que vimos e ouvimos queremos transmitir, porque queremos dar continuidade à missão e nos prepararmos para o CAM IV do próximo ano".

Temas de Reflexão: O mundo secularizado e pluricultural; "a virada popular".
Depois de dar informações sobre o projeto missionário dos Regionais Sul 1- Norte 1 com 3 padres e 4 leigos , atuantes na Amazônia, dom Vicente deu abertura à sessão do dia para começar a reflexão sobre os mesmos temas do 3º Congresso Missionário Nacional , que foram apresentados pelo padre Sidnei Dorneles e a Irmã Dirce Gomes da Silva, assessores da CNBB.

Secularização e a pluralidade cultural são grandes desafios para a missão em nossos dias. A nós cabe encontrar respostas para os problemas de hoje. O Rio=20 confirmou que o planeta está doente, não apenas por causa da evolução climática, mas também por causa dos radicalismos políticos e religiosos.
Como ser missionário num mundo secularizado? Padre Sidnei explicou a história da secularização desde que o termo começou a ser usado para definir quem abandonava tarefa de serviço na igreja. Aos poucos se sistematiza e universaliza a teoria de que é possível ser feliz sem fé e sem religião. Mas a fé pode ser vivida num mundo secular sem precisar criar conflitos entre fé e ciência. O termo secularismo, porém, carrega o sentido de indiferença perante a fé e às vezes expressa uma militância contra a mesma fé, exigindo a retirada de sinais religiosos dos espaços públicos. A exclusão de Deus como alguém que tem a ver com a vida e toda a criação, arrasta o ser humano para adorar outros deuses que tragam a felicidade. Cresce a alienação fazendo mau uso da religião; cresce o individualismo religioso que prejudica a comunhão entre as pessoas.

A questão que hoje se coloca é como entrar nessa visão de mundo secular sem perder a identidade cristã e dar-lhe uma dimensão de marca cristã. A renovação da igreja é ncessária. Devemos dar-lhe um novo impulso missionário.

Num contexto social e religioso em mudança como evangelizar? Como viver a dimensão religiosa no ritmo de vida de uma cidade? O cidadão é tentado a colocar a dimensão religiosa em segundo plano nos compromissos de sua vida. Os pais, na sua grande maioria, não se preocupam com a formação religiosa dos filhos. A organização pastoral ainda se pauta pelo território, as paróquias e dioceses. Precisamos de um novo impulso missionário na nossa organização eclesial e na ação pastoral.

"A virada popular": tema apresentado pela Irmã Dirce Gomes da Silva, assessora missionária na CNBB
Este tema que foi desenvolvido no Congresso Nacional por Paulo Suess, foi explanado seguindo estes itens: O Concílio VII veio trazer uma nova Luz, chamada "Aggionarmento" para o mundo para que a igreja se transformasse num farol de Cristo (LG); as decisões tomadas representaram uma "Virada Popular" no modo de ser igreja o que exigiu audácia e fidelidade, para tomar consciência de ser igreja povo de Deus a caminho (SC e LG); com um espírito de encarnação, de partilha, de comunhão e diálogo (GS.DH.NA).
Foi um Concílio de rosto pastoral. Por isso que Paulo Suess lhe chama "virada popular". Chegou a hora de abrir espaço para os leigos assumirem a tarefa de serem sujeitos ativos. A igreja se abriu para os afastados e para os problemas do mundo. Aos poucos se descentralizou. Devemos nos remeter ao estilo e ritmo dos primeiros tempos de cristianismo: igreja de martírio, de testemunho e peregrina; igreja povo, igreja corpo de Cristo, de união de carismas, de participação, de sacerdócio comum.

A missão inserida na cultura da produtividade tem que ser de gratuidade e solidariedade com doação da vida. É necessário sair de uma igreja bemfeitora para ser uma igreja samaritana, igreja dos pobres e na casa dos pobres.

Terminada esta análise do cenário evolutivo da igreja, os participantes partiram para a reflexão em grupos em torno desta pergunta: como ser missionários evangelizadores num mundo secularizado e pluricultural?
No plenário sobressaíram algumas propostas operativas:
- Cuidar da formação missionária adequada para nossos dias
- Ter consciência que somos chamados a ser farol no meio da sociedade.
- Evangelizar a partir do Kerigma - encontro pessoal com Cristo que gera ousadia e entusiasmo.
- Setorizar as paróquias para torná-las mais missionárias com COMIPAS bem organizados
- Fortalecer os sub regionais na dimensão missionária
- Colocar todas as pastorais em espírito de missão permanente.
- Perceber o além fronteiras dentro da própria paróquia.
- dar sentido à virada popular no modo de ser igreja.

Na celebração eucarística conclusiva, o representante dos bispos da Sub-região, dom Vicente Costa, exortou os participantes no evento dizendo que o 32.º encontro do COMIRE Sul 1 deixa uma lembrança e uma marca que se pode se resumida em três palavras:
- a missão é uma escolha que exige radicalidade, isto é ligação à sua raiz que é Jesus Cristo. Sem essa ligação profunda com a pessoa de Jesus não seremos capazes de alcançar nossos objetivos. Discípulos-missionários nascidos de um encontro com Cristo.
- essa escolha para ser operante deve ser eclesial, comunitária. A missão não é uma obra pessoal para alcançar êxitos, mas uma ação de comunhão e soma de carismas e de dons.
- a missão não é ocasional, não é uma campanha, mas permanente, porque faz parte da essência do "ser igreja". Permanente e perseverante porque não é fácil ser missionário, mas faz parte do ser cristão.


Fonte: Por Pe. Joaquim Gonçalves Revista Missões

Dom Odilo preside reunião da CER em SP


Temas para a próxima Assembleia das Igrejas
foram expostos e aprovados pelos Bispos

Na manhã desta quinta-feira (23) a presidência do Conselho Episcopal Regional Sul 1 da CNBB promoveu em São Paulo, a reunião da Comissão Episcopal Representativa para discutir temas relacionados a ação pastoral do Regional Sul 1. O Arcebispo de São Paulo e Presidente do episcopado paulista, Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer presidiu a reunião.

Durante a reunião dos Bispos foi escolhido o tema da próxima Assembleia das Igrejas Particulares. A assembleia, que vai acontecer entre 19 e 21 de outubro, terá como tema ‘O Ano da Fé e a Juventude’.

Na reunião também foram definidas algumas datas de 2013 para o Regional: Reunião da Comissão Representativa - 14/02; 09/05; 29/08 e 07/11. Assembleia Regional dos Bispos – 10 11 e 12 de junho, em Aparecida. Assembleia das Igrejas Particulares – 18, 19 e 20 de outubro, em Itaici.

Entre outros temas abordados estavam o Andamento das sub-regiões pastorais e Jornada Mundial da Juventude 2013.
Além dos Bispos, subsecretários e representantes dos organismos,
participaram da reunião conjunta, realizada no auditório da sede do Regional Sul 1

De acordo com Dom Tarcísio Scaramussa, no que diz respeito ao andamento das sub-regiões, “percebe-se uma sintonia com relação à atenção às urgências da ação evangelizadora da Igreja, como estão nas Diretrizes Gerais da CNBB", disse o secretário-geral. Ele destaca ainda as iniciativas na linha de formação, tanto do clero como de leigos. “Permanece o desafio de conseguir a participação de todas as Dioceses nos diversos Projetos ou Eventos das Pastorais e Organismos em nível Regional”, pontuou Dom Tarcísio.

Participaram da reunião, o Presidente cardeal Dom Odilo Pedro Scherer; Dom Moacir Silva, vice-presidente; Dom Tarcísio Scaramussa, secretário-geral; os Bispos Presidentes das sub-regiões: Dom Carmo João Rhoden (sub-região Aparecida); Dom Maurício Grotto de Camargo (sub-região Botucatu); Dom Vilson Dias de Oliveira (sub-região Campinas); Dom Antônio Fernando Brochini (Ribeirão Preto I); Dom Edmilson Amador Caetano (Ribeirão Preto II); Dom Manuel Parrado Carral (São Paulo II); Dom Eduardo Benes de Sales Rodrigues (Sorocaba), os subsecretários das sub-regiões pastorais, os representantes dos organismos ligados ao Regional, além do secretário adjunto Pe. Nelson Rosselli Filho.

sábado, 25 de agosto de 2012

CNBB emite Nota de pesar pela morte de dom Eduardo Koaik

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) manifesta o seu pesar pela morte de dom Eduardo Koaik, bispo emérito de Piracicaba (SP), ocorrida na manhã deste sábado, 25 de agosto. Neste momento, chega forte ao coração de todos nós a palavra de Cristo que dom Eduardo anunciou com vigor: “Quem crê em mim, ainda que tenha morrido, viverá” (Jo 14,25).

Contemplamos a vida de um homem que dedicou a sua vida ao serviço do Reino de Deus. Nascido em Manaus (AM), realizou seus estudos no Seminário da Arquidiocese do Rio de Janeiro (RJ). Estudou teologia na Pontifícia Universidade Gregoriana, em Roma. Sua atuação na Arquidiocese do Rio foi bastante profícua, na formação do clero, nos movimentos de juventude e como vigário geral. Em 1974, foi nomeado bispo-auxiliar desta Igreja Particular, função que exerceu por cinco anos. Neste período, presidiu o regional Leste 1 da CNBB.

“Construir na Caridade” foi o seu lema episcopal. E os frutos deste intento podem ser contemplados, em parte, na extensa lista de serviços prestados à Igreja no Brasil. Em 1979, foi nomeado bispo coadjutor (com direito à sucessão) em Piracicaba (SP). Foi o titular desta diocese de 1984 a 2002. Neste mesmo período, acumulou este serviço com outras importantes funções: assumiu a presidência da Cáritas Brasileira (1979-1983); foi membro do Conselho Episcopal de Pastoral de nossa Conferência, enquanto acompanhou os setores de comunicação social e do laicato; presidiu ainda o Regional Sul 1. Integrou também a Comissão de Comunicação da Conferência do Episcopado Latino-Americano (CELAM).

Confiamos ao Pai do Céu este nosso irmão, que agora participa de sua glória como prêmio por todo bem que realizou no exercício fiel de sua vocação.

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB

Morre aos 86 anos Dom Eduardo Koaik, bispo emérito de Piracicaba



Morreu na madrugada deste sábado, 25 de agosto, o bispo emérito da Diocese de Piracicaba (SP), dom Eduardo Koaik, aos 86 anos. Ele estava internado em estado crítico desde o dia 18, com neoplasia no couro cabeludo e metaplasia de pulmão e hepática. O velório deve começar ao meio-dia deste sábado, com missa na Catedral de Santo Antonio, de Piracicaba. O sepultamento foi marcado para a próxima segunda-feira, às 10h.

Dom Eduardo havia completado 86 anos na última terça-feira, dia 21 de agosto. Ele foi o terceiro bispo de Piracicaba. Tomou posse no dia 28 de fevereiro de 1980, como Bispo Coadjutor com direito à sucessão e Administrador Apostólico "Sede Plena". Sua posse como titular ocorreu em 11 de janeiro de 1984.

No dia 15 de maio de 2002, a Santa Sé aceitou sua renúncia (por ter completado 75 anos), e foi sucedido por dom Moacyr José Vitti, em 5 de julho do mesmo ano. Terminado seu ministério à frente da diocese, continuou a residir em Piracicaba. Em 2007, descobriu e iniciou a luta contra o câncer. Passou por quatro intervenções cirúrgicas, centenas de sessões de quimioterapia e de radioterapia.

Desempenhou diversos serviços em prol da Igreja no Brasil. Dom Eduardo Koaik foi presidente do Regional Sul - 1 da CNBB, entre 1991 a 1995. Por duas vezes, foi membro da Comissão Episcopal de Pastoral da entidade, respondendo, na primeira vez, pelo setor de Comunicação Social e, na segunda, pelo setor dos Leigos, das Comunidades Eclesiais de Base e da Pastoral Universitária. Foi ainda presidente da Cáritas Brasileira e fez parte da episcopal indicada pela CNBB para acompanhar a Renovação Carismática Católica. Fez parte ainda da Comissão de Comunicação da Conferência do Episcopado Latino-Americano (CELAM).

Fonte: CNBB

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

Bispo Emérito de Piracicaba, Dom Eduardo Koaik, está internado em estado crítico



Desde a madrugada do último sábado, 18 de agosto, o bispo emérito da Diocese de Piracicaba, Dom Eduardo Koaik, está internado no Hospital Unimed de Piracicaba. Seu estado de saúde é considerado crítico com neoplasia no couro cabeludo e metaplasia de pulmão e hepática.

Acometido por um câncer desde 2007, dom Eduardo é um exemplo de luta pela vida. Passou por quatro intervenções cirúrgicas, centenas de sessões de quimioterapia e de radioterapia.

No hospital, Dom Eduardo está acompanhado de seus irmãos Elias Koaik e Yvonne Koaik, além de amigos e do padre Kleber Danelon que o acompanha no tratamento médico desde janeiro de 2009.

Dom Fernando Mason, Bispo da Diocese de Piracicaba, afirma que Dom Eduardo é um valente lutador que não se entregou ao câncer. Uma luta que já dura cinco anos.

Dom Eduardo, que completou 86 anos na última terça-feira, dia 21 de agosto, foi o terceiro bispo de Piracicaba. Ele tomou posse no dia 28 de fevereiro de 1980 como Bispo Coadjutor com direito à sucessão e Administrador Apostólico “Sede Plena”. Com a renúncia de Dom Aníger em 11 de janeiro de 1984, tornou-se o terceiro Bispo Diocesano de Piracicaba.

Tendo como lema episcopal “Construir na Caridade”, Dom Eduardo foi bispo-auxiliar do Rio de Janeiro por seis anos. Transferido para Piracicaba, administrou a diocese por mais de 22 anos, tendo realizado um profícuo trabalho pastoral e social. Construiu os seminários teológico, filosófico e propedêutico, ordenou 34 padres diocesanos e 33 diáconos permanentes. Criou 17 novas paróquias, cinco quase-paróquias e dois santuários marianos.

Entre os muitos trabalhos como bispo, Dom Eduardo Koaik presidiu o Regional Sul 1 da CNBB, que compreende as arquidioceses e dioceses do Estado de São Paulo, no período de 1991 a 1995, sucedendo o Cardeal Dom Paulo Evaristo Arns, arcebispo emérito de São Paulo.

Foi também por duas vezes membro da CEP (Comissão Episcopal de Pastoral, órgão coordenador da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), respondendo, na primeira vez, pelo setor de Comunicação Social e, na segunda, pelo setor dos Leigos, das Comunidades Eclesiais de Base e da Pastoral Universitária.

Presidiu a Caritas, órgão da CNBB responsável pela ação social. Fez parte da comissão de bispos indicados pela CNBB para acompanhar a Renovação Carismática Católica (RCC) e foi membro da Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato. Também foi membro do DECOS ( Departamento de Comunicações do Celam – Conselho Episcopal Latino-americano).

No dia 15 de maio de 2002, a Santa Sé aceitou sua renúncia (por ter completado 75 anos), tornando-se bispo emérito, mas continuou governando a diocese como Administrador Apostólico até a posse de seu sucessor, Dom Moacyr José Vitti, em 5 de julho do mesmo ano.

Terminado seu ministério à frente da diocese, continua residindo em Piracicaba, prestando sua valiosa colaboração. Como bispo emérito, ordenou mais três sacerdotes diocesanos. Continuou a residir no bairro São Dimas e na atuação como vigário na Paróquia Santa Cruz e São Dimas.
Dom Eduardo Koaik  - Resumo
• 21 de agosto de 1926 - nasceu em Manaus, filho de Miled José Koaik e Helena Elias Koaik.
• 8 de abril de 1950 - ordenado sacerdote, em Roma
• 22 de outubro de 1973 – nomeado bispo de Noba e bispo-auxiliar do Rio de Janeiro pelo Papa Paulo VI
• 6 de janeiro de 1974 - ordenado bispo pelo Cardeal Dom Eugênio de Araújo Sales, arcebispo do Rio de Janeiro
• 7 de dezembro de 1979 - transferido para Piracicaba pelo Papa João Paulo II
• 28 de fevereiro de 1980 – tomou posse como Bispo Coadjutor de Dom Aníger e Administrador Apostólico “Sede Plena”
• 11 de janeiro de 1984 - com a renúncia de Dom Aníger, tornou-se o 3º bispo diocesano de Piracicaba
• 15 de maio de 2002 – tornou-se bispo emérito de Piracicaba, continuando no governo da diocese como Administrador Apostólico
• 5 de julho de 2002 – encerrou seu ministério episcopal à frente da diocese.
Rosiley Lourenço
Assessoria de Comunicação
Diocese de Piracicaba
Av. Luciano Guidotti, 166
(19) 2106-7556/ 9782-2221




Mensagem de Dom Vilson para o Dia do Catequista

Em celebração ao Dia dos Catequistas no Brasil, que será comemorado neste domingo, 26, o presidente da Comissão para Animação Bíblico-catequética do Regional Sul 1 da CNBB, Dom Vilson Dias de Oliveira, divulgou uma mensagem parabenizando todos os catequistas.

Limeira, 14 de agosto de 2012.

Queridos Catequistas das Arquidioceses e Dioceses do Regional Sul 1, reunidos em concentração,  ou assembleia na celebração do “Dia dos Catequistas”. Que a paz do Cristo esteja com vocês! Quero, em nome de nossa Comissão, saudá-los e parabenizá-los pela bonita e importante missão que desempenham na ação evangelizadora da Igreja.

O mesmo objetivo da ação evangelizadora nos une: Continuar a missão iniciada por Cristo. E Ele mesmo disse: “Ide fazer discípulos entre todas as nações e batizai-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Ensinai-lhes a observar tudo o que vos tenho ordenado. Eis que estou convosco todos os dias, até o fim dos tempos” (Mt 28, 19-20).

O catequista é, antes de tudo, um discípulo e missionário de Jesus Cristo. Por isso, procura viver na sua proximidade e intimidade. Nossa catequese deve propiciar este encontro com Jesus através da partilha da Palavra, dos momentos de oração e da vivência fraterna. A fé, mais do que um conjunto de conhecimentos é, antes de tudo, um encontro com o nosso Mestre e Senhor. É nesta relação amorosa que os catequizandos precisam aprender e viver.

O amor por Cristo leva os catequistas a seguir a sua mensagem numa comunidade fraterna. Mesmo se a fé é uma decisão pessoal, ela só cresce na convivência com os outros. A experiência de uma comunidade de fé e de amor é fundamental para quem quer ser discípulo/a de Jesus. A catequese não pode ser vivida de maneira isolada, mas na sua comunidade, que é fonte, lugar e meta da catequese.

O zelo apostólico do catequista o leva a ser missionário. Não podemos guardar para nós o tesouro que recebemos. Num mundo marcado por tanto problema de linha ideológica e religiosa precisamos anunciar e testemunhar Jesus Cristo, cujo conhecimento é a plena realização do ser humano. O Papa Bento XVI, nos recorda que os catequistas são colaboradores competentes dos bispos e merecedores de confiança, e também não são simples comunicadores de experiência de fé, mas devem ser autênticos transmissores das verdades reveladas (cf. Discurso aos bispos do Brasil).

Mais do que nunca, a nossa catequese é chamada a transformar a realidade na qual vivemos. Neste período em que antecede a Jornada Mundial da Juventude (JMJ) é preciso lançar luzes para que nossos jovens sejam bem acolhidos e evangelizados em nossas comunidades. A catequese deve lançar as luzes da fé sobre as angústias e as esperanças de nossa juventude e do mundo de hoje. A verdadeira fé nunca se acomoda, mas vive na esperança que outro mundo é possível.

Parabéns a vocês Catequistas, e que Deus os mantenha firmes neste ministério, pela intercessão de Maria, Mãe de Jesus e nossa Mãe! Receba um fraterno abraço de toda a Equipe de Coordenação da Comissão para a Animação Bíblico-Catequética, do Regional Sul 1. Cristo é a nossa paz!

Dom Vilson Dias de Oliveira, DC
Bispo da Diocese de Limeira e
Pres. Comissão para a Animação Bíblico-Catequética

terça-feira, 21 de agosto de 2012

CNLB do Regional Sul 1 comemora Jubileu de Prata com simpósio sobre Concílio no próximo sábado


Objetivo: "Tornar o Ano Jubilar um evento eclesial de toda
a Igreja no Regional Sul 1. E a partir da memória preparar ações para o futuro
'olhar o passado com gratidão e o futuro com esperança'.

Neste ano de 2012, o Conselho Nacional do Laicato do Brasil (CNLB) Regional Sul 1 (Estado de São Paulo) comemora seu jubileu de prata. Para marcar esta celebração o Conselho promove, nos dias 25 e 26 de agosto, um simpósio sobre o Concílio Vaticano II e o Laicato.

O evento será realizado no Centro de Apostolado Salvatoriano, localizado na avenida Lino de Almeida Pires, 130 - Jabaquara - São Paulo, pretende analisar as contribuições do Concílio para a caminhada da Igreja, a teologia construída a partir dele, e como a América Latina recebeu o pensamento conciliar, a partir da conferência episcopal de Medellin (1968).

A seguir, a programação do evento:

Sábado, 25 de agosto
8h – Acolhida
9h – Oração Inicial
10h - 1ª Mesa - Tema: “O significado eclesial do Vaticano II”
Assessores: Profª Lucia Pedrosa e Pe. Antonio José de Almeida
Mediador: Edson Silva
12h30 – Almoço
13h45 - 2ª Mesa - Tema: “Diálogo com o Mundo”
Assessores: Profº Carlos Francisco Signorelli e Profº João Décio Passos
Mediador: Wanda Conti
16h30 - 3ª Mesa - Tema: “América Latina e a Teologia da Libertação”
Assessores: Fernando Altemeyer e Pe. Benedito Ferraro
Mediador: Antonio Geraldo Aguiar
18h30 – Jantar
19h30 – Noite Cultural

Domingo, 26 de agosto
8h – Acolhida
9h – Oração Inicial
9h20 - 4ª Mesa - Tema: “Vocação e Co-responsabilidade”
Assessores: Profº Francisco Catão e Profº Eva Rezende
Mediador: Marcia D. M. Signorelli
12h – Almoço
15h – Celebração Eucarística de Encerramento, Casa de Oração do Povo de Rua - Presidida por Dom Odilo

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

Conheça os bispos nomeados no último ano





Entre os dias 13 e 17 de agosto, na sede da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Brasília, aconteceu o 23º Encontro dos Novos Bispos. Este encontro foi criado no Brasil em 1989, para que os novos bispos pudessem compreender sua nova função dentro da Igreja. O evento é organizado pela Comissão Episcopal Pastoral para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada e contou com participação dos 13 bispos nomeados entre agosto de 2011 a julho deste ano.

O grupo de bispos foi recebido pelo presidente da Comissão para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada, dom Pedro Brito, arcebispo de Palmas (TO) e pelo assessor da comissão, padre Deusmar Jesus da Silva. Dom Pedro explica é importante que os novos bispos partilhem entre si suas experiências. “Muitos dos bispos não se conhecem, favorecer esse intercâmbio, cria uma amizade e um companheirismo”, afirmou.

O secretário geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, saudou os bispos, e conversou a respeito das atividades desempenhadas na CNBB. “O trabalho é árduo para que nós sejamos as testemunhas do Evangelho, é importante estarmos voltados para a nossa missão e para os povos”, disse dom Leonardo aos 13 novos bispos, lembrando também a relevância de se “distinguir a CNBB da Igreja do Brasil”.

O presidente da Comissão para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada explica que ao assumir o bispado, é necessário que os nomeados estudem para conhecer com mais profundidade as novas funções que desempenharão. “Os bispos precisam conhecer o mecanismo da CNBB, os projetos, os assessores, as comissões”.

Dom Pedro também falou sobre várias visitas realizadas durante o encontro. “Fomos à Nunciatura Apostólica, à Conferência dos Religiosos do Brasil, às Pontifícias Obras Missionárias, ao Centro Cultural Missionário. Visitamos esses locais para abrir horizontes, o bispo vai poder contar com esses organismos aliados”, elucidou dom Pedro.

Os 13 bispos atuarão em sete diferentes Regionais da CNBB, de forma titular e auxiliar. Muitos serão apresentados a uma nova realidade, a um novo desafio, uma nova missão. Cada um dos novos bispos compartilhou sobre sua trajetória religiosa, áreas de atuação, e expectativas à frente do chamado vocacional
de tornar-se bispo. Leia, a seguir, os depoimentos:

Dom Gilson Andrade da Silva
Veio da diocese de Petrópolis (RJ) e foi nomeado em 27 de julho de 2011, para atuar como bispo auxiliar de Salvador (BA), onde já está atuando desde outubro. Tem 46 anos, sendo 21 anos de sacerdócio. Antes da nomeação foi reitor do seminário diocesano, professor de Teologia Fundamental, e Ética na área de Filosofia, na Universidade Católica de Petrópolis, onde também atuou como presidente da mantenedora. Na diocese, foi coordenador da Pastoral da Juventude, dentre outras atividades.
“Uma prioridade que costumo ter no meu ministério é a atenção aos padres, a formação deles, porque são eles os multiplicadores do nosso trabalho. Penso também como objetivo importante de um bispo do nosso tempo, é o diálogo com a cultura, com a cidade. E outra das minhas prioridades é a juventude, vemos uma necessidade muito grande que a mensagem do evangelho possa de novo tocar os jovens, porque percebemos que há um certo esvaziamento dessa presença na igreja”.

Dom Giovanni Crippa
Religioso dos Missionários da Consolata (congregação fundada em Milão na Itália), foi nomeado em 21 de março de 2012, como bispo Auxiliar de Salvador (BA). Tem 53 anos, sendo 27 anos de sacerdócio.
“Fui pároco em Feira de Santana (BA), era professor de História da Igreja, na faculdade Católica da arquidiocese, diretor espiritual de um seminário, membro do conselho presbiteral, e também conselheiro da província da minha congregação”.

Dom Joaquim Wladimir Lopes Dias
Proveniente da diocese de Jundiaí (SP) atuava como vigário geral e diretor do Seminário Diocesano de Filosofia e Teologia. Tem 54 anos e em 21 de dezembro de 2011, foi nomeado bispo Auxiliar de Vitória (ES).
“Meu objetivo como bispo é incentivar a espiritualidade na diocese,. Incentivar a formação dos padres, acompanhá-los, ser um pastor seguindo as Diretrizes Gerais da Igreja, caminhar em comunhão com a CNBB, e criar essa comunhão também no presbitério”.

Dom João Justino de Medeiros Silva
Do clero diocesano de Juiz de Fora (MG) foi nomeado em 21 de dezembro de 2011, para atuar como bispo Auxiliar de Belo Horizonte. Tem 45 anos, e em Juiz de Fora era padre. Nos últimos oito anos estava dirigindo o Seminário Arquidiocesano de Santo Antônio, e coordenando o curso de Teologia. Dentre outras funções diocesanas, também era vigário na paróquia de São Pedro.
“Estou há seis meses em Belo Horizonte, está sendo uma experiência muito rica, me senti muito bem acolhido, pelo clero e pelo povo. Dom Walmor (arcebispo titular de Belo Horizonte) confiou uma série de funções, a mim e aos outros auxiliares que lá estão. Eu espero poder intensificar o meu serviço perante aquele povo, sob o pastoreio de dom Walmor”.

Dom João Santos Cardoso
Padre diocesano de Vitória da Conquista (BA) foi nomeado, em 14 de dezembro de 2011, como bispo de São Raimundo Nonato (PI). Tem 50 anos, sendo 25 anos de sacerdócio. Muito atuante na área acadêmica, possui formação em filosofia, com mestrado e doutorado em Roma. Em Vitória da Conquista, foi solicitado pelo bispo de então, dom Geraldo, para dar atenção à Pastoral Universitária. “Na universidade fui professor, pesquisador e atuei na capelania universitária. Também assumi paróquia, mas mesmo assim, continuei atuando na universidade pública, e partir dali, marquei minha presença evangelizadora no ambiente acadêmico.”
“Saio de uma realidade urbana, para uma realidade rural. Fui para uma diocese que populacionalmente é pequena, cerca de 185 mil habitantes, mas a extensão territorial é grande, o que significa, que é uma área mais rural. É uma experiência de despojamento, de todos os sentidos, de esvaziamento de si, aquela quenosis de que fala Paulo na Carta aos Filipenses, e é nesse esvaziamento que eu vou redescobrindo a minha missão, agora como pastor”.

Dom José Eudes Campos do Nascimento
Sacerdote há 17 anos, do clero da arquidiocese de Mariana (MG), e pároco em Ouro Preto (MG). Tem 46 anos, e em 27 de junho de 2012, foi nomeado bispo de Leopoldina (MG). Por dois mandatos, foi representante dos presbíteros, e assessor da Pastoral da Juventude, funções exercidas na arquidiocese. No Seminário São José foi professor de Teologia e Filosofia.
“É uma nova missão à frente da diocese de Leopoldina, nesse chamado que o Cristo faz, por isso escolhi justamente o lema: ‘Servo no amor’, para desempenhar esta missão junto ao presbitério e toda diocese. Rezo muito para que Deus me ajude a viver essa missão, e esse novo compromisso na vida da igreja”.

Dom José Gislon
Pertencente à ordem dos Fadres Menores Capuchinhos, foi nomeado em 06 de junho de 2012, como bispo de Erexim (RS). Tem 55 anos, é padre há 24 anos, e religioso há 30. Trabalhou como conselheiro da província Paraná, Santa Catarina e Paraguai, por seis anos. E nos últimos seis anos, foi conselheiro da Geral da Ordem, em Roma. “Para mim, foi uma experiência rica, porque me deu a possibilidade de conhecer várias igrejas, em várias realidades, na África, Índia, Europa, América-latina, então levo essa bagagem para igreja de Erexim, para um trabalho junto aquele povo de Deus.”
“O desafio para mim é algo novo, uma vez que vou estar a frente de uma igreja particular, tenho pensado em, primeiramente, criar uma comunhão com o clero da igreja local, porque o bispo sem essa comunhão, pastoralmente, pouco pode fazer, são os padres que estão no dia a dia em contato com o povo. Então vejo que é muito importante cuidar da formação inicial do clero, da formação permanente e manter, esse espírito de comunhão, do bispo com os padres que estão na diocese”.

Dom José Luiz Gomes de Vasconcelos
Tem 49 anos, sendo 23 anos de sacerdócio, e em 21 de março de 2012, foi nomeado bispo Auxiliar de Fortaleza (CE). Atuou como pároco durante 16 anos, e estava também assumindo a presidencia da OSIB Regional Nordeste 2.
“A gente se prepara por anos para ser padre, mas ninguém para ser bispo. Então é uma surpresa muito grande, porém é uma missão, um chamado, uma vocação. Eu creio que assim como o presbiterado, o espiscopado também é uma vocação. É um chamado de Deus através da igreja, e quando Ele chama, concede a graça necessária para viver essa vocação”.

Dom José Ruy Gonçalves Lopes
Religioso da Ordem dos frades Capuchinhos foi nomeado, em 07 de setembro de 2012, como bispo de Jequié (BA). Tem 45 anos, sendo 25 anos de consagração e vida religiosa, como frade capuchinho. Foi provincial nos últimos seis anos e depois dirigiu um colégio.
“Encaro esse desafio como uma missão, e uma missão como um chamado feito pelo próprio Deus, e na perspectiva da fé, acredito que Ele chama, Ele ajuda, Ele dá a graça, e de todas as formas Ele continua sustentando e animando”.

Dom Luiz Henrique da Silva Brito
Do clero de Campos (RJ), foi nomeado em 29 de fevereiro de 2012, como bispo Auxiliar do Rio de Janeiro (RJ). Tem 45 anos, sendo 20 de sacerdócio. Na diocese atuava como chanceler do bispado, e também professor de Teologia Moral no seminário, e colaborava com outras atividades da diocese e paróquia também.
“Me coloquei a disposição da Igreja que me chamou para esse serviço do episcopado de colaborar na construção do reino de Deus. Vou dar esse apoio ao arcebispo do Rio de Janeiro que solicitou ao Santo Padre, mais colaboradores”.

Dom Roque Costa Souza
Tem 45 anos, sendo que há 18 anos atua como padre. Em 09 de maio de 2012 foi nomeado bispo Auxiliar do Rio de Janeiro (RJ). No período da nomeação, estava exercendo o cargo de reitor do Seminário São José, seminário maior de Teologia, Capelania da Polícia Militar, e também era pároco da Igreja Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé.
“Criei muita expectativa em relação ao curso porque a partilha está sendo muito grande, para percebermos a questão da identidade da missão. Temos um trabalho muito importante no campo pastoral, de atualização, porque mesmo sendo bispo auxiliar, estou à frente de um vicariato na arquidiocese. Com isso, tenho que trabalhar em comunhão, com dom Orani, com os demais bispos auxiliares, com os padres, os diáconos, e todo povo de deus para levar adiante a missão de Jesus”.

Dom Rubens Sevilha
Pertencente à congregação da Ordem dos Carmelitas Descalços (OCD), foi nomeado em 21 de dezembro de 2011, como bispo Auxiliar de Vitória (ES). Tem 52 anos, sendo 27 de sacerdócio. Atuava como provincial dos Carmelitas Descalços, no sudeste do Brasil.
“A primeira experiência como um bispo novo, é que muda muito, sobretudo para um religioso, o ritmo de vida, o estilo, a proposta. Então é uma mudança muito drástica. Até o modo de celebrar o rito, o contato com as pessoas, tudo muda. Como bispo, abre-se um leque enorme de funções, de atividades. Mas a base não muda, ser de Deus e para Ele, que é o essencial, não muda”.

Dom Sérgio de Deus Borges
Da diocese de Cornélio Procópio, foi nomeado em 27 de junho de 2012, como bispo Auxiliar de São Paulo (SP). Tem 45 anos, e sua principal área de atuação é a judicial. “Sou formado em direito canônico e era vigário judicial do Tribunal Eclesiástico de Londrina, e sou presidente da Sociedade Brasileira de Canonistas”, disse.
“Fiquei muito atento a um texto que li, que ‘o bispo deve dar primazia ao ser, e não ao fazer, então ser bispo, e não fazer bispo”, citou.

Fonte: Site da CNBB

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Ordenação Episcopal do futuro Bispo Auxilar de São Paulo acontece neste Sábado



A cerimônia de Ordenação Episcopal do novo Bispo Auxiliar para a Arquidiocese de São Paulo, padre Sérgio de Deus Borges (foto), acontece neste sábado 18 de agosto, às 15h, na cidade de Cornélio Procópio (PR).

A posse canônica, como Bispo Auxiliar de São Paulo, será no dia 02 de setembro, na Catedral Nossa Senhora da Assunção, às 11h. A acolhida, como Vigário Episcopal da Região Santana da Arqudiocese de São Paulo, acontece no dia 02 de setembro, às 19h, na Igreja Sant'Ana, localizada na rua Voluntários da Pátria, 2260

O novo Bispo auxiliar para a Arquidiocese de São Paulo foi nomeado pelo papa Bento 16 no dia 27 de junho. Padre Sérgio, da Diocese de Cornélio Procópio (PR), tem 46 anos e atualmente exerce as funções de reitor do Seminário Menor Diocesano Menino Deus e presidente do Tribunal Eclesiástico de Londrina (PR).

terça-feira, 14 de agosto de 2012

Semana nacional da Família: O Segredo de Nazaré e a Família gera a vida


De 12 a 18 de agosto está ocorrendo em todo o Brasil, a Semana Nacional da Família. Como este é um momento de partilha, reflexão e celebração entre grupos familiares e comunitários pelas dioceses de todo país, a Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), organizou um texto expedido pela Catequese de Milão, Itália, para servir como mais um instrumento para trabalhar o tema da Semana Nacional da Família 2012: "Família: O trabalho e a Festa." 
O Segredo de Nazaré
A família não gera apenas a vida física, mas se abre à promessa e à alegria. A família torna-se capaz de receber e compartilhar a história de cada um, as tradições familiares, a confiança na vida e a esperança no Senhor. A família torna-se capaz de gerar quando faz a partilha dos dons recebidos, quando conserva o ritmo da existência quotidiana entre trabalho e festa, entre afeto e caridade, e entre compromisso e gratuidade.
 Na família se conserva e transmite a vida, no casal e aos filhos, com o seu ritmo, com as suas dores e alegrias, paz e sonho, ternura e responsabilidade. Ela é um lugar de descanso e de motivação, com chegadas e partidas. Por isso o trabalho não pode tornar a casa deserta e triste, mas a família é convidada a aprender a viver e a conjugar os tempos do trabalho com aqueles da festa.
Muitas vezes, os membros da família confrontam-se com situações desafiantes, que dificultam viver o ideal cristão. Entretanto, os discípulos do Senhor são aqueles que, vivendo na realidade das situações, sabem dar sabor a todas as coisas, mesmo aquilo que, aparentemente, não se consegue mudar: são o sal da terra.
 De modo particular, o domingo deve ser tempo de confiança, de liberdade, de encontro, de descanso e de partilha. O domingo é o momento do encontro entre o homem e a mulher. É acima de tudo o Dia do Senhor, o tempo da oração, da Palavra de Deus, da Eucaristia e da abertura à comunidade e à caridade. E deste modo, também os dias da semana receberão luz do domingo e da festa: haverá menos dispersão e mais encontro, menos pressa e mais diálogo, menos coisas e mais presença.

Família gera a Vida
A família natural nasce do casal: homem e mulher, na sua própria diferença sexual, à imagem do Deus da aliança. Nela, a linguagem do corpo tem um grande relevo, narra algo acerca do próprio Deus. A aliança que um homem e uma mulher, na sua diferença e complementaridade, são chamados a viver revela a imagem e semelhança do Deus Trino aliado do seu povo.
O corpo feminino está predisposto a desejar e a receber o corpo, a “mente” e “coração” masculino, e vice-versa. O encontro com uma pessoa do outro sexo suscita sempre curiosidade, apreço, desejo de se fazer notar, de dar o melhor de si, de demonstrar o próprio valor, de cuidar, de proteger... Trata-se de um encontro sempre dinâmico, cheio de vitalidade, porque é no relacionamento com o outro que descobrimos e desenvolvemos a nós mesmos. A identidade masculina e feminina são evidenciadas especialmente quando, entre o casal, surge a maravilha do encontro e do desejo de estabelecer um vínculo – até que a morte os separe.
Quando os dois cônjuges se entregam totalmente um ao outro, pela atração, companhia, diálogo, amizade, companheirismo, amor, doação e comprometimento, doam-se entre si e também doam-se aos filhos. Tal dinâmica do dom é desvalorizada, cada vez que a lógica do amor e do Evangelho é substituída pela lógica do lucro e do individualismo, quando o dom de si mesmo é diminuído pela busca selvagem do poder, do domínio e da própria afirmação egoísta, e principalmente, quando a utilização da sexualidade exclui toda a abertura à vida.
 O casal que compartilha admiração, gratidão, acolhimento, dedicação, comprometimento e principalmente amor cristão que se supera toda forma de solidão – gerando aliança e gratidão pelas obras maravilhosas de Deus –, se torna um terreno fértil onde a vida humana é semeada, germina e vem à luz. Lugar de vida, lugar de Deus: acolhendo tanto um como o outro, o casal humano realiza o seu destino ao serviço da criação, gerando filhos e, tornando-se cada vez mais semelhante ao seu Criador, podendo assim, percorrer o caminho rumo à santidade.
 Fonte: Do site da CNBB

Divulgada a programação e a Oração do 32º. Encontro Missionário Estadual

Faltando apenas 10 dias para a realização do 32º. Encontro Missionário Estadual, o Comire divulga a Programação e a Oração oficial do evento.
O encontro acontecerá entre os dias 24 e 26 de agosto, na Casa de Oração e Convivência Servo de Javé, situada na avenida Bento do Amaral Gurgel, 260, Jundiaí - SP. O tema do encontro será “A Dimensão Missionária do Regional Sul 1 à luz do 3º CMN: Compromissos e encaminhamentos”.
Mais informações pelo e-mail comiresul1@gmail.com
Confira abaixo a oração e programação completa:
Oração do 32º Encontro Missionário Estadual

Senhor Jesus, Missionário do Pai, faze ressoar ainda hoje teu forte e incisivo envio para o trabalho de evangelização num mundo cada vez mais secularizado e pluricultural.
Somos teus discípulos missionários, convocados a dar tudo de nós para colocarmos em prática teu apelo: “Ide e evangelizai”!
Nas pegadas daqueles que trouxeram a boa nova do Evangelho até nós e por ela empenharam todas as suas forças e até derramaram o seu sangue, queremos seguir caminhando e anunciando os valores que constroem uma sociedade mais justa e fraterna.
Ilumina nossas mentes na adesão sempre mais coerente às verdades da fé; sustenta nossas forças no seguimento sempre mais decisivo aos apelos de tua vontade; e fortalece nossos propósitos e esforços na concretização das exigências da ação evangelizadora de nossa Igreja no Brasil.
Anima nossa esperança para que, confiante no teu Espírito e animados por um novo ardor missionário, nos empenhemos numa ação evangélico-transformadora, colocando nossas forças e nossos dons a serviço de um outro mundo que acreditamos ser possível e mais conforme ao plano de amor do Pai para nossas vidas. Maria, Missionária do Pai, interceda por nós. Amém

PROGRAMAÇÃO
SEXTA-FEIRA - DIA 24 DE AGOSTO – Moderador: Fatiminha
17h00    Recepção e Acolhida    
19h00    Jantar  
20h00    - Acolhida da Imagem de N. Sra. Aparecida - Peregrina
- Oração de Abertura - Pe. Venilton - Comidi de Jundiaí
- Boas Vindas – COMIRE e DIOCESE DE JUNDIAÍ. Equipe local
- Palavra do Presidente do COMIRE, Dom Vicente Costa
- Apresentação das Dioceses do Regional Sul 1
- Apresentação dos objetivos propostos para o Encontro - Diocese de Jundiaí - Fátiminha - Coord. Comire
22h00    Encerramento das atividades – Descanso

SÁBADO – DIA 25 DE AGOSTO – Moderador: Pe. Everton

06h30    Despertar          
07h30    Oração Missionária  - Diocese de Registro
8h00      Café     
08h50    Animação - Equipe local
09h00    1º. Bloco: Tema - Irmã  Dirce Gomes da Silva
10h00    Cafezinho          
10h30    2º. Bloco: Continuação do tema - Irmã  Dirce Gomes da Silva
12h00    Almoço – descanso       
14h00    Animação - Equipe local
14h10    Trabalho em grupo - Irmã  Dirce Gomes da Silva
15h15    Partilha dos Grupos - Irmã  Dirce Gomes da Silva
16h00    Cafezinho          
16h15    Testemunho – Missão Marabá - Diocese de Jundiaí
16h50    Informes: JMJ,Centro de Formação Missionária e Projeto Sul 1 Norte 1 - COMIRE
17h15    Intervalo            
17h45    Terço Missionário – Coleta (gesto concreto) Missão Marabá - Equipe local
18h15    Momento Cultural - saída - Diocese de Jundiaí
19h00    Missa    Diocese de Jundiaí

DOMINGO – DIA 26 DE AGOSTO – Moderador: Fátima
07h00    Despertar          
07h30    Oração Missionária - Diocese Guarulhos
08h00    Café     
08h40    Animação - Equipe Local
08h50    Infância e Adolescência Missionária- IAM - Nádia Maria S. Fusinato
09h10    3º Bloco: Missão Continental - Pe.Sidnei M.Dornellas
09h55    Cafezinho          
10h10    Articulação: Reunião por sub-regiões - Fátiminha – COMIRE
11h00    (Missa) - Envio Missionário - Dom Vicente Costa e padres concelebrantes
13h00    Almoço
               




segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Diocese de Barretos ordena seu Primeiro diácono permanente

Dom Edmilson: "A ordenação é um momento especial na caminhada
diocesana neste Ano Jubilar dos 40 anos do bispado"

Na última sexta-feira, 10, dia em que a Igreja Católica celebra a memória de São Lourenço, diácono e mártir, Dom Edmilson Caetano ordenou o primeiro diácono permanente da Diocese de Barretos, o jornalista José Paulo Lombardi, de 65 anos. Lombardi é casado com Maria Isabel Lombardi e tem dois filhos.

O bispo diocesano disse que a ordenação foi um momento especial na caminhada diocesana neste Ano Jubilar dos 40 anos do bispado e que é algo marcante para todos. A celebração contou com fiéis de várias comunidades de Barretos e região, padres, seminaristas, religiosos e religiosas.

Dom Edmilson, durante a homilia, ressaltou que todos estão acostumados ao diaconado transitório na diocese (quando o diácono será ordenado padre), e que estava acontecendo a graça de ter esse dom vocacional, diaconado permanente, na diocese. Lembrou ainda que o Concilio Vaticano II retomou a ordenação diaconal permanente que sempre existiu na Igreja e que por séculos ficou esquecido ou mal compreendido.

No final da missa, Lombardi fez seus agradecimentos ao bispo, clero, familiares, destacando sua esposa que teve de dar a autorização para que pudesse ser ordenado, familiares, e em especial ao padre Deusmar Jesus da Silva que foi o grande incentivador para que esse momento se realizasse. Ele irá exercer seu ministério diaconal na paróquia da Catedral, em Barretos (SP).

Fonte: Assessoria Diocesana de Comunicação

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

13º Congresso Ecumênico de Assistência Espiritual Hospitalar acontece de 23 a 25 de outubro em Indaiatuba-SP




A 13ª edição do Congresso Brasileiro Ecumênico de Assistência Espiritual Hospitalar acontece em Indaiatuba, SP, no período de 23 a 25 de outubro. O evento é promovido pela Associação Cristã de Assistentes Espirituais Hospitalares do Brasil (ACAEB) e apoio da Arquidiocese de Campinas e Centro Universitário São Camilo. O encontro terá como tema: “Assistência Espiritual em Hospital hoje”.

Serão debatidos assuntos como Bioética, novos paradigmas para a saúde, Bioética e espiritualidade na saúde, hospital público e o serviço de capelania hospitalar, o ‘SUS’, propostas e desafios hoje, entre outros temas.

Para os integrantes da associação, a assistência espiritual e religiosa é um direito do doente internado, indispensável para um conceito de saúde integral. O respeito à liberdade de consciência e de religião e o direito a ser assistido nesta dimensão quando internado em estabelecimentos de saúde não significa apenas consentir essa assistência, mas antes implica promovê-la e proporcionar as condições para que seja realizada.

A ideia de fundar uma associação de capelães hospitalares surgiu em Curitiba por volta de 1990. Desde o início estava claro que diante da pluralidade religiosa nos hospitais, tanto dos pacientes como dos profissionais de saúde, a entidade deveria ter caráter interconfessional ou ecumênico. Surgiu então, em 27 de maio de 1996, a Associação Cristã de Assistentes Espirituais Hospitalares de Curitiba e Arredores – ACAEHC, como pessoa jurídica por aprovação dos estatutos em assembleia fundadora. Mais adiante passou a ser Associação Cristã de Assistentes Espirituais Hospitalares do Brasil – ACAHEB, que desde então vem realizando um congresso nacional anual e implantando núcleos de atuação em diversas regiões. O último congresso, em 2011, ocorreu em Florianópolis e contou com a participação de cerca de 200 capelães de todo o Brasil.

Para realizar as inscrições e obter mais informações acessar o site do evento: www.congressocampinas.com.br

A seguir, a programação do evento:

TERÇA-FEIRA (23/10/2012)
11h - Sessão de Abertura
12h - Almoço
14h30 - BIOÉTICA, NOVOS PARADIGMAS PARA A SAÚDE
16h00 - Cafezinho
16h30 - BIOÉTICA E ESPIRITUALIDADE NA SAÚDE
19h – Jantar
20h30 - Bate papo (troca de experiências – partilha)


QUARTA-FEIRA (24/10/2012)
08h30 - O HOSPITAL PÚBLICO E O SERVIÇO DE CAPELANIA
A visão do gestor
10h - Cafezinho
10h30 - Trabalho em Grupos
12h - Almoço
14h30 - O SUS – PROPOSTA E DESAFIOS HOJE – Conceitos, objetivos e ações.
16h - Cafezinho
16h20 - Trabalho em Grupos
17h15 - ASSEMBLÉIA DA ACAEHB
19h - Jantar
20h30 - Apresentação Cultural (Coro da Arquidiocese de Campinas)


QUINTA-FEIRA (25/10/2012)
08h30 - ASSISTÊNCIA ESPIRITUAL EM HOSPITAL HOJE
Modelos e propostas de Capelania.
09h30 - Cafezinho
10h00 - COMO FORMAR UMA CAPELANIA HOSPITALAR
Objetivos e ações.
11h30 - Sessão de Encerramento
12h - Almoço


Doutrina Social da Igreja defende os mais pobres


O curso que teve início na tarde de segunda-feira, 6, em Itaici, Indaiatuba (SP),
reuniu cerca de 200 pessoas e terminou ontem, 9.

















“O ensino social da Igreja tem a sua origem no encontro da mensagem evangélica e das suas exigências éticas, com os problemas que surgem na vida da sociedade”, assim destaca padre Antonio Aparecido Alves, o Toninho, assessor do 10º Curso de Aprofundamento Teológico e  Pastoral do Clero da Arquidiocese de São Paulo, na quarta-feira, 8, em seu terceiro dia.

O curso acontece em  Itaici, Indaiatuba (SP) e reune cerca de 200 pessoas, entre diáconos permanentes, padres, bispos auxiliares e o arcebispo de São Paulo, dom Odilo Pedro Scherer. Nesta quarta-feira, o assessor apresentou a origem da Doutrina Social da Igreja. “O fundamento dessa doutrina está na distinção entre a justa posse das riquezas e o seu legítimo uso”, assim aponta a encíclica Rerum Novarum, publicada em 1891 por Leão 13.

A partir desta encíclica, em que encontra-se uma análise e a denúncia da exploração a que são submetidos os trabalhadores, o assessor apresenta um panorama das encíclicas da Doutrina Social da Igreja, os contextos em que foram publicadas,  seus conteúdos e seus princípios: a dignidade da pessoa humana, a sociabilidade da pessoa humana, direitos humanos, subsidiariedade, solidariedade, participação, bem comum, destinação universal dos bens da criação, o amor, a primazia do trabalho, a defesa da vida, a evangélica preferencia pelos pobres, a luta pela justiça e a paz, fruto da justiça.

Para o assessor, a “Doutrina Social é a Palavra de Deus que projeta-se na sociedade”, e entre os temas nela contidos destaca a propriedade privada e a destinação universal dos bens apresentada pela constituição pastoral Gaudium et Spes  - a Igreja no mundo atual. “Deus destinou a terra com tudo o que ela contém para uso de todos os homens e povos; de modo que os bens criados devem chegar equitativamente às mãos de todos, segundo a justiça, secundada pela caridade”, aponta o documento.

Fonte: Site da Arquidiocese de São Paulo

SAV promove a VIII Caminhada Vocacional Diocesana



O Serviço de Animação Vocacional (SAV) da Diocese de Taubaté promoverá, no próximo dia 19 de agosto (Domingo da Assunção de Nossa Senhora) a VIII Caminhada Vocacional Diocesana. Este evento pretende ser um grande e significativo momento de encontro fraterno. Junto com todos os movimentos eclesiais atuantes em nossa Diocese, cada qual com seu público-alvo específico, com as Casas de Formação e Casas Religiosas, com as nossas Paróquias e Comunidades, enfim, queremos celebrar o Mês Vocacional.

O objetivo da caminhada é desenvolver uma reflexão vocacional com todas essas instâncias eclesiais, de modo que o SAV (Pastoral Vocacional) possa cumprir com seu papel dinamizador da vida vocacional da Igreja como um todo, auxiliando na promoção e incentivo de todas as vocações no seio de nossas comunidades.

Neste a Caminhada Vocacional será motivada pelo tema do Ano da Fé e impregnada pelo espírito de preparação para a Jornada Mundial da Juventude. Segundo o assessor Diocesano do SAV/PV, padre Leandro dos Santos, espera-se para este ano mais de mil pessoas no evento. "Estendemos, pois, nosso convite a todos, indistintamente. Pedimos que, cada qual dentro de suas possibilidades, incentive e promova a participação do maior número possível de pessoas em nossa Caminhada, manifestando assim a comunhão que edifica a Igreja e nos faz todos discípulos do mesmo Mestre Jesus, que a todos nos chama para segui-lo e estar com ele" informa .

A caminhada terá início às 08h30, na Praça da Igreja Santa Luzia, próximo a Avenida do povo. De lá segue para a Igreja Matriz da Paróquia Sagrada Família, passando pela avenida do Povo (local de eventos da cidade) onde haverá o momento de Adoração e bênção do Santíssimo Sacramento, seguindo então para a Santa Missa, às 10h30, na Igreja Matriz Sagrada Família (Jardim das Nações) que será presidida pelo Bispo Diocesano Dom Carmo João Rhoden,SCJ.

O evento está sendo organizado pelo Serviço de Animação da Diocese (SAV) sob a orientação do padre Leandro dos Santos (Assessor Diocesano do SAV/PV).


 

Em mensagem, Diáconos recordam seu Padroeiro


10 de agosto, Festa litúrgica de São Lourenço,
Padroeiro dos Diáconos

“Os diáconos, apóstolos das novas fronteiras da missão” (cf. DAp 208)

Caríssimos irmãos, a Comissão Regional dos Diáconos – CRD Sul 1 parabeniza os diáconos nesta data tão importante, 10 de agosto, Festa de São Lourenço, Diácono e mártir. Momento de fraternal comunhão, de encontros e reencontros, de celebrar juntos e testemunhar a importante vocação e o importante ministério diaconal na Igreja.

O crescimento do diaconado no Estado de São Paulo e no país mostra a importância do mesmo para a Igreja e o crescente reconhecimento de bispos, presbíteros, religiosos e leigos. Mas, muito mais que o crescimento em quantidade, é digno de louvor o crescimento qualitativo, seja na formação através das Escolas Diaconais, seja na ação, nas comunidades e paróquias, serviços e organismos.

A CRD Sul 1 tem como meta a plena comunhão clerical, para que o desempenho do diácono permanente, em especial junto aos pobres e excluídos aconteça sem criar prioridades apenas litúrgicas ou sacramentais, mas conforme as necessidades do povo de Deus. “A V Conferência espera dos diáconos um testemunho evangélico e impulso missionário para que sejam apóstolos em suas famílias, em seus trabalhos, em suas comunidades e nas novas fronteiras da missão” (DAp 208).

Desejamos que o diácono permanente tenha sempre como meta que “dentro da realidade eclesial e social em que vivemos, situa-se o ministério do diácono em três âmbitos bem definidos: o serviço da caridade, a evangelização; a ação litúrgica”. (Diretrizes para o Diaconado Permanente da Igreja no Brasil, Doc. 96 da CNBB, nº 54).

Parabenizamos também as esposas, filhos e comunidades, pelo apoio ao ministério do Diácono Permanente, apóstolo das novas fronteiras da missão.

Diácono José Carlos Pascoal
Presidente.